terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Monólogo invisível ao espelho

Se é possível, não sei...

Se for impossível pode haver uma exceção,

Algo ímpar ou sentimento sem plural?

Se eu me jogo, eu me aparo...

Se caio, recupero...

Machucados?

Só restam cicatrizes pequenas.

Sensibilidade insensível!

Não sei... Não sei... Não sei

Não sei se amo. Não sei se odeio.

Não sei de você.

Na verdade, não sei de mim.

Medo. Já sentiu?

Sofrimento, já causou?

Se o pra sempre agora acabou

- Como vai ser?

Fingir algo que presente

Não sinto. Ou seria antagônico?

Será que sinto ainda? Ou nunca existiu?

Ou nunca existi?

- Uma pergunta: Vale à pena?

Confuso.

- Luz sobre o papel de carta, por favor!

Ou há luz e não enxergo?

- Merda!

Pergunto de novo: “Vale à pena?”

- Responda!

*Eco*

4 comentários:

lucas disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
lily disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
lily disse...

essa é uma conversa para se ter na frente do espelho durante toda a nossa vida.


beijocas linda

Alaneta disse...

Escreve como poucose nao me confunde,colega esse ta otimo!
objetivo e interessante!
continue,vou virar frequentadoraa!hiuhiuhihi
bejuu