terça-feira, 27 de outubro de 2009

Carma

Não sei porque insisto. Não sei. Insistir em escrever, digo. Mas não faz diferença. Nem sei por que estou aqui, pra começar. Talvez pela estranheza. A verdade é que não sei usar despedidas. Simplesmente sumo, me parece mais fácil e menos doloroso: sopro de vida em outro lugar. Novidade maquiada. Mas você se arrasta sempre dentro de mim. Como um amuleto, não sei se dá sorte ou azar. Acho que os dois.



Um punhado de trevo dequatrofolhas e um espelho quebrado.
Só adicione um pouco de água.

4 comentários:

Diogo Rodrigues disse...

Sempre mais do mesmo? Não era isso que você queria ouvir?

Nina disse...

Sinceramente? Não sei o que eu queria ouvir.

Diogo Silva de Oliveira disse...

Agora é só fechar os olhos e tomar como se fosse remédio.

Não canso de ler textos seus.

Diogo Silva de Oliveira disse...

Pareceu-me triste, agora.